Olha só, hoje vou contar como fiz essa parada com o Paulo Silvestrini e a Sandy. Tava aqui na minha garagem bagunçada quando lembrei de uns negócios velhos guardados. Pensei: “por que não tentar juntar essas tranqueiras e ver no que dá?”

paulo silvestrini e sandy

Começando a bagunça

Primeiro, fucei nos fundos da prateleira e achei o motorzinho queimado que o Paulo me deu ano passado. O ferro velho tava cheio de óleo e ferrugem, mas nada que um pano velho não resolvesse. Depois veio a parte chata: catar as peças que combinavam. Levou quase três horas até achar a engrenagem que a Sandy trouxe daquela feira de troca.

Hora da gambiarra

  • Passo 1: Amarrar o trem com arame farpado porque os parafusos não batiam
  • Passo 2: Usar cola quente pra vedar os buraquinhos que tavam vazando óleo
  • Passo 3: Ligar na tomada velha do quintal com fio emendado

Quase queimei o disjuntor quando liguei pela primeira vez! O barulho foi tão feio que meu cachorro saiu correndo.

A parte difícil

A Sandy avisou que a bobina era chatinha, mas não imaginei que ia ser tanto. Três dias tentando fazer aquela maldita engrenagem encaixar direito. Tive que lixar o metal na mão, pedaço por pedaço, até meu dedo ficar todo ferido. Quando finalmente girou, soltei até palavrão!

Resultado final

No fim das contas, o negócio ficou parecendo Frankenstein, mas funciona! Virou uma espécie de amassador de latinhas bem barulhento. Fiz vídeo mostrando pra galera e todo mundo achou engraçado o treco meio torto. Nem o Paulo nem a Sandy acreditaram que juntei as tralhas que eles me deram.

Pra ser sincero? Aprendi que as melhores invenções nascem quando a gente não tem medo de errar feio. No próximo final de semana vou tentar encaixar um ventilador nessa engenhoca!

paulo silvestrini e sandy

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