Passei por uma experiência complicada esses dias. Queria comprar um Rolex pra presentear meu pai no aniversário dele. Fui num shopping famoso aqui em São Paulo, cheio de relojoarias chiques. Entrei na primeira loja e vi um Submariner lindo, o vendedor falou que era tudo original. Quando olhei bem de perto, notei umas diferenças estranhas no logo. Fiquei na dúvida e decidi voltar pra casa sem comprar nada.

Como comecei a pesquisar
No mesmo dia, baixei todos os apps de venda de segunda mão. Fiz alerta pra Rolex usando os modelos que queria: Datejust e Submariner. Todo dia chegavam umas 20 notificações. Comecei a marcar encontros com três vendedores diferentes que pareciam confiáveis pelo histórico de avaliações.
A primeira inspeção prática:
- Primeiro vendedor mostrou um Datejust dizendo que era “novo nunca usado”
- Pequei na lupa que tinha levado e olhei o mostrador
- A cor do azul tava muito clara, tipo anil de caneta
- A coroa gravada no cristal não tinha detalhes finos
- As pontas das agulhas eram meio tortas
Minha grande descoberta
No terceiro vendedor, quase desisti. O cara mostrou um Submariner com certificado, caixa bonitinha e tudo. Tava quase fechando negócio quando lembrei de uma dica que vi online: passe o dedo na data do calendário. Fiz isso e… sentiu textura! No original é tudo lisinho, mas ali dava pra sentir relevo no número. O malandro ficou vermelho e começou a inventar desculpas. Saí correndo daquele lugar!
No fim, resolvi ir numa loja autorizada. Gastei mais, mas pelo menos durmo tranquilo. Aprendi que detalhes mínimos fazem diferença nesse mundo de relógio de luxo. Se tiver dúvida nem compra, melhor perder negócio que perder dinheiro com falsificação!